UEM é rankeada com sucesso por duas instituições de credibilidade.

A Universidade Estadual de Maringá está entre a 36ª e a 40ª colocação no ranking das melhores universidades latino americanas e ocupa a posição 801+ no levantamento sobre as melhores universidades do mundo, divulgado, nesta quarta-feira (21). 

A informação é da revista The Times Higher Educacion, da Inglaterra, responsável pelo World University Ranking, que avalia as principais universidades mundiais e da América Latina, com base nas informações coletadas diretamente nas instituições e nas bases de dados das principais revistas científicas do mundo.
Para elaborar o ranking, a revista leva em consideração os indicadores ensino, internacionalização, investimento privado (dinheiro da iniciativa privada alocado na universidade por meio de convênios, por exemplo), pesquisa e citação.
Sobre o posicionamento na América Latina, o Word University Ranking relaciona cada universidade, individualmente, até a 35ª posição. Depois disso, as instituições pesquisadas são citadas por faixas de colocação, como a UEM, avaliada entre a 36ª e a 40ª colocação.
Quanto ao posicionamento mundial, o procedimento é o mesmo, porém com o detalhe do sinal "+". Ou seja, no parâmetro entre as melhores universidades do planeta, a UEM está acima da 801ª colocação. O que difere no rankeamento, nos dois casos, são as pontuações obtidas pela universidade em cada indicador avaliado.
Na América Latina, por exemplo, a UEM atingiu a pontuação 43.5 no quesito pesquisa (na faixa de 0 a 100), o melhor indicador. Em seguida, pela ordem, obteve 33.3 no investimento privado, 32.2 no ensino, 20.9 na internacionalização e 11.8 na citação.
Vale lembrar que, nesta edição do Word University Ranking, 980 universidades conseguiram pontuação suficiente para serem relacionadas no levantamento.
A Universidade de São Paulo (USP) foi a melhor instituição brasileira avaliada no mundo, ocupando a faixa de 251ª a 300ª, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), rankeada entre a 401ª e a 500ª colocação. Na América Latina, a USP está na primeira colocação.
No Paraná, entre as instituições estaduais de ensino superior públicas, a Universidade Estadual de Londrina aparece na mesma faixa de colocação da UEM como as melhores da América Latina.

 

Para comentar essa questão, Marcelo Henrique conversou com o vice-reitor da UEM, Julio Damasceno.

Entre outros argumentos, Damasceno disse que esses resultados são fruto de investimento.

 

Confira a entevista com o vice-reitor:

Saúde aplica vacina contra dengue na UEM nesta sexta

Nesta sexta-feira (2), a Secretaria de Saúde do Município de Maringá vai aplicar, gratuitamente, no câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM), das 13 horas às 16h30, a primeira dose da vacinação contra a dengue, de um total de três, no intervalo de seis meses entre uma e outra.

 

A aplicação ocorrerá nas dependências da cantina do Restaurante Universitário. A vacina é destinada às pessoas com idade entre 15 e 27 anos. Os interessados deverão apresentar a Carteira de Saúde, Cartão SUS e o RG.
A vacina contra dengue previne a manifestação do vírus. A doença pode levar a complicações sérias, dependendo de sua infecção, e a vacina é uma forma de prevenir a doença, principalmente suas formas mais graves.

Nós falamos com Isabela Ferrari, coordenadora do setor de imunobiologia da Secretaria de Saúde de Maringá

 

Confira a entrevista:

Estudo recebe prêmio de melhor trabalho em imunogenética

Um estudo coordenado pela professora Jeane Visentainer (foto), do Departamento de Ciências Básicas da Saúde (DBS), da Universidade Estadual de Maringá, foi premiado como o melhor trabalho em imunogenética durante o XVI Encontro de Histocompatibilidade e Imunogenética, realizado, em agosto, em Fortaleza, como parte do XX Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO).

Nós conversamos com a professora Jeane Visentainer, do Departamento de Ciências Básicas da Saúde (DBS), da Universidade Estadual de Maringá sobre o trabalho que vem sendo feito.

O estudo relaciona a presença de determinadas citocinas, como a Interleucina 17, na Doença de Chagas. Vale dizer que interleucinas são substâncias liberadas por células que controlam a resposta imunológica, suprimindo ou aumentando esta resposta, dependendo da forma clínica da doença. Um exemplo foi o estudo premiado, que mostrou uma associação de marcadores da resposta imune (Interleucina 17) com a forma mais grave da Doença de Chagas, a cardiomiopatia chagásica crônica.

Para desenvolver a pesquisa, Jeane e seus alunos orientados contaram com a participação de moradores das regiões sul e sudeste do Brasil como voluntários no estudo.

 

Confira a entrevista:

 

Professora recebe título de Biomédico Honorário

A professora Terezinha Estivalet Svidzinski, do Departamento de Análises Clínicas e Biomedicina (DAB), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), recebeu, nesta sexta-feira (2), o título de Biomédico Honorário, durante o I Fórum Biomedicina In Foco em Maringá - PR. 

 

Confira a entrevista: